Já se sabe que riachos, rios e lagos têm limites de tolerância máxima para absorver substâncias tóxicas, visto que funcionam como órgãos vivos de um ambiente. Só até certos limites de contaminação conseguem se auto regenerar.

Fala-se da “virada” dessas águas, a passagem do ponto-sem-mais-retorno, quando a força de regeneração foi de uma vez aniquilada. Aliás, há um limite de resistência para cada ser vivo, cada ambiente, e cada tipo de poluição. Vale descartar que a capacidade de autosustentação de um ser vivo não deve ser buscada apenas nele mesmo, porém depende, sobretudo da vida circunvizinha que lhe corresponde. Para nossos animais domésticos e plantas cultivadas a área agrícola ou hortícola em que se encontram o organismo da fazenda ou granja, pertence a essa vida circunvizinha. Pertence, pois esse mesmo organismo é de novo dependente do ambiente ou sistema em que se encontra. E também esse sistema ou paisagem pode e deve ser entendido como um organismo, que através dos processos respiratórios que são ciclos do dia e do ano, está ligado à Terra inteira, compreendida ela também como organismo. E a terra, por sua vez, está também em estreita e vital ligação com a Lua e outros planetas de nosso sistema solar-planetário, bem como com o fundo de estrela  fixo”, principalmente aquelas que constituem o Zodíaco.

E as relações vitais complexas dos reinos e ambiente da natureza com seu ambiente maior correspondente foram de tal modo perturbador por nossa civilização que isso pode ser visto como as causa, além de outras, dos processos mortais de que se trata.

A força de autosustentação acima mencionada compreende principalmente a resistência que a flora necessita em escala crescente contra insetos daninhos, fungos, bactérias e vírus, mas também contra as condições climáticas desequilibradas: estiagens, períodos excessivamente, úmidos, ou quedas repentinas de temperatura.